Ele é um tipo safado, másculo, aquele que ninguém sabe ao certo se o que diz é verdade ou apenas está sacaneando. Certa vez, lamentando um desentendimento com um colega de trabalho, ele concluiu o papo com a seguinte sentença: "Não tô nem aí, não corro atrás de homem para ficar nessa de beijinho". Aí, eu, com cara de safado também, virei para ele enfático: "Taí, meu, pode saber que eu corro principalmente se ele tiver um traseiro arrumado que nem o teu".
Ele deixou a cara feia e riu pra caramba. Depois disso, volta e meia, ele brincava comigo: "Cara, então você tá de olho na minha bunda? Eu nunca imaginei que meu melhor amigo pensasse em fazer isso comigo". Eu sempre respondia: "É só questão de tempo, Renato". Devagar, eu fui me tornando mais expansivo com ele até um dia em que a gente estava bebendo juntos, final de confraternização. Eu estava meio triste aquela tarde. Ele me olhou sério e disse: "Com cara triste você fica mais sexy. Posso te dar um beijo na boca?" Fui dando corda. Primeiro disse que lá não era lugar, que precisaria de um local mais tranqüilo.
Renato, como sempre muito liberal, me deixou numa sinuca danada. Estava comigo de carona. A certa altura, tipo mandão, ele disse que eu fosse para um motel. Fui brincando com ele e era para valer. A uns trezentos metros, ele deu um leve golpe no meu volante dizendo: "Entre à esquerda, entre à esquerda". Juntou a fome com a vontade de comer. Fiquei gelado e, antes de pensar demais, estávamos nós dois na garagem de uma suíte de motel.
Fiquei sem ação. Ele, mais chapado que eu, tomou liberdade de lamber meu pescoço. Abriu minha camisa e mamou meu peito. Depois subiu para minhas orelhas penetrando a língua. Uma loucura que eu jamais imaginei acontecer. Depois abriu meu cinto e liberou minha rola. Acho que antes do primeiro minuto ela já estava duraça na boca dele, que gemia, mamava e murmurava putarias. Chamou-me e entramos para o quarto. Em poucos minutos ele estava peladão sobre a cama com a bunda à mostra. Eu me deitei sobre ele, que se mexia e pedia penetração. Rebolava gostoso e falava o tempo todo que eu era macho pra caralho. Dizia para eu meter com força e queria que eu o esculhambasse. Falava que eu estava fodendo um macho e que eu tinha que amansar a fera.
Quando pensei que não, eu estava super climatizado com as coisas. Dei uns tapas para esquentar aquela bundinha gostosa. Depois ele pediu também para que eu batesse na cara dele enquanto mamava minha rola em brasa. Foi a trepada mais improvisada que eu já tive e também a mais quente. Nunca havia transado antes com outro macho e nunca me passou pela cabeça foder com aquele cara. Nada nele denunciava que era chegado em agasalhar uma pistola.
Finalmente pediu para que eu metesse nele em posição de frango assado. Quando a pistola entrava ele gritava: "Mete esse cacete, porra, me arrebenta as pregas, vai fundo, caralho". Daí a um tempo eu senti que ele apertou o anel do rabo, comprimindo bem forte a minha pica. Atolei até o talo e arrombei de vez o botão dele. Renato foi desfalecendo e gozando como uma cadela no instante em que percebeu jatos de porra quente lá dentro. Ficamos ainda grudados um bom tempo. O suficiente para eu ficar novamente de pau duro e ele iniciar uma segunda mamação. Ele me deixava excitado só de olhar para ele.
Ele é um cara fortinho, estilo macho, peito liso e que me faz perder a cabeça. Os mamilos são deliciosamente salientes. Além disso, é bem casado e não deseja queimar o filme. Eu sou mais maduro que ele, mas as coisas rolam legal porque ele sempre me diz que essa diferença lhe dá segurança. Nosso encontro terminou já à noite. Ainda tivemos confidências do tipo "sou casado e você também, seria legal que ficasse só entre nós". Muito bom, uma coisa realmente deliciosa entre dois machos.
Por juliolimoeiro@bol.com.br
20/09/08
Arregacei meu amigo Renato (bissexual)
Por FabricioViana.com em 20.9.08
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