20/06/08

Grupal - A três

Havia algum tempo que eu estava tendo aquele desejo de transar a três... Mas um a três diferente... com mais dois homens. Eu tenho 33 anos, 1,72m, 78kg, bonito, cabelos castanhos, discreto, não afeminado. Sou bissexual e adoro transar com mulheres, mas com outro homem gosto muito mais de ser passivo. E na tentativa de realizar este desejo, comecei a navegar pelas salas de chat na internet e em um belo dia aconteceu. Era um sábado à tarde e estava despretensiosamente vendo imagens quando o nick de "Dupla-SP" entrou na sala.De imediato começamos um papo gostoso, em que descobrimos que poderíamos nos entender muito bem. O papo foi ficando bom, fomos para o telefone e marcamos o encontro. Seria no apartamento deles e cheguei no horário como combinado. Veio e abrir a porta o A., um sujeito muito atraente, 30 e poucos anos, algo em torno de 1,80m, olhos claros e um belo sorriso. Na sala estava o H., não tão bonito como o amigo, um pouco mais alto, levemente calvo e um corpo mais cheio, com pêlos... o típico "bear". Conversamos um pouco para descontrair e após termos falado da "aprovação mútua", pois os dois se declararam muito atraídos por mim e eu não conseguia disfarçar que me sentia excitado com a possibilidade de ir com aqueles dois para a cama. A. revelou que entre eles, ele normalmente costumava ser mais passivo, mas algumas vezes era ativo enquanto H. preferia ser ativo e era raro ser passivo e justamente por isso, preferiam ter um terceiro homem na cama deles para ser passivo para os dois... com essa conversa mais apimentada, A. sugeriu que fossemos para o quarto... Chegando lá, os dois me abraçaram, fazendo meio que um sanduíche de mim... adorei aquilo. H. me encoxava enquanto A. me beijava, beliscava meus mamilos e apalpava minha bunda, meio que a abrindo para acomodar o volume do pau de H. Estávamos ainda os três de roupa, mas percebi que o que H. tinha entre as pernas fazia um volume beeemm grande... Os dois me despiram com velocidade e habilidade incríveis e em poucos momentos estava nu, vendo aqueles dois belos machos irem se desnudando também. Admirei o pau de A. tinha um comprimento respeitável, sem ser muito grosso... uma delícia. Quando me virei para observar H. nu, pensei: "Meu Deus... eu vou ser arrombado!!!". Não que não desejasse, mas aquele caralho (merecia esse nome) tinha cerca de 23 cm de comprimento e era grosso... tão grosso que não conseguia fechar meus dedos de uma mão em torno dele. Depois descobri que tinha 6,8cm de diâmetro. Ao ver aquilo falei:- Acho que não vou agüentar essa tora...Enquanto me encoxava, A. dizia no meu ouvido:- Vai sim... e vai adorar! Eu agüento essa rola quase todos os dias e me acabo em cima dela. Ele sabe colocar com jeito e quando você se dá conta, ele já enfiou toda e está te fodendo igual uma puta. E você adorando. Não se preocupe. Ele vai te fazer gostar.Enquanto ele falava isso, A. me fez ajoelhar de frente para aquela pica enorme. Eu, que já não gosto, não tive dúvidas e comecei a beijar, lamber e tentar enfiar na boca. Entrava muito justa. H., mais calado porém muito seguro de si, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. Eu engasgava mas adorava aquilo... queria mais. Ele empurrava a pica e tirava inteira, para depois enfiar até me ver engasgar... Ao mesmo tempo, A. se deitou no chão, embaixo de mim, me lambendo o saco e o cuzinho, penetrando-o com a língua. Estava muito excitado e já rebolava na língua de A. quando H. mandou o amigo se levantar e os dois vieram me dar as picas para eu chupar... QUE DELÍCIA!!! Minha boca não ficava vazia. Entrava uma, saia a outra...H. dizendo:- Você é uma delícia... Gosta de chupar? Sei que gosta... veio aqui para ser arrombado, não foi puto? Pois vai ser muito fodido...Me puxou para cima da cama, mandando eu ficar de quatro, na beirada, começou a lamber meu reguinho, ao mesmo tempo em que enfiava um dedo. Dizendo que estava preparando o caminho para a pica do A... que seria a primeira que eu iria ganhar naquela tarde. Eu, com a cabeça afundada em travesseiros, sabia que tinha ido ali para aquilo e fiquei esperando... mais um dedo entrou e agitou meu cuzinho. Foi quando senti o dedo sair e a pressão aumentar. Era a rola do A. que tentava a introdução. Ele empurrava com cuidado, mas sem recuar. H, muito safadamente, deixou o amigo ali e se colocou embaixo de mim, em um 69 delicioso, onde eu abocanhava aquele caralhão tesudo! Ele arreganhava minha bunda para A. e chupava minha rola com gosto, ao que era retribuído, e demonstrava adorar, mexendo o quadril para cima e para baixo, forçando a rola para dentro da minha boca.Arnaldo com a ponta da rola começando a entrar... de pé atrás de mim, começou a esfregar seu pau na entrada do meu cu. Eu estava super excitado. Meu cuzinho piscava diante daquela pica dura, comprida. Senti que ele começava a aumentar a pressão. Com a mão livre, eu abri minha bunda, querendo que conseguisse a introdução. A penetração pra valer começou. Senti uma dorzinha, que ia aumentando à medida que ele entrava. Comecei a ficar com medo, disse que estava doendo, pedi para ele tirar, mas ao invés disso, ele enfiou mais. Devagar e sempre. Com cuidado, mas sem recuar. A cabeça do pau já havia entrado, e agora ele iniciava os movimentos de vai e vem. Apesar da dor forte, eu estava gostando, somando isso à delícia de cacete que tinha na boca e a chupeta que recebia. H abria minhas nádegas ainda mais, escancarando minha bundinha. Em poucos instantes, eu estava sendo enrabando... estava dando a bunda de um modo delicioso, sentindo a pica de A cutucando meu cuzinho... Nesse momento me senti totalmente preenchido por aquele pau, estava todo dentro e eu não sabia como, mas a dor já não era tão intensa e a farta lubrificação mais a saliva do H facilitavam o vai vem que acabara de começar. Senti um pouco mais de dor e pedi que fizesse mais devagar, pois estava esfolando demais meu cuzinho, ele estava muito excitado, com o pau muito duro e em certos momentos me machucava, tirando-me suspiros- Tá gostoso, tesão? Diz par mim? Gosta do meu pau no cuzinho? Gosta?- ADORO!!! Fode o meu cu que está uma delícia isso tudo ! Mete bem, crava a rola na minha bundinha.- Quer gozar com meu pau dentro do cuzinho? Era H, que percebendo a crescente excitação de A, começou a me punhetar e lamber a cabeça do meu caralho, me conduzindo ao gozo.- Quero!!Quando estava para gozar, começou a penetrar com violência no meu cuzinho, o que me fez esporar sobre o tronco de H, que me puxou de encontro ao seu corpo com minha porra entre nós... esfregando... enquanto o pau de A começou a latejar e senti o gozo daquele macho tesudo na minha bunda. Ele estava gozando dentro do meu cuzinho, e eu sentia a camisinha inchar dentro de mim... Caindo deitado ao lado... Vendo aquilo tudo, H tinha seu pau ainda mais duro. Ele alisava a minha bunda enquanto descansávamos...

06/06/08

Dupla Penetração Gay

Isso aconteceu há bastante tempo comigo, há mais ou menos uns 4 anos, ficou em minha memória rendendo até hoje ótimas punhetas... Fui ao apartamento de um amigo "A" (1,86m, loiro, peludo, pau grande e grosso, 20cm) que costumava me comer, chegando lá estava A e seu amigo "B" à minha espera. Levei um susto pois não sabia que o negócio naquele dia seria a três."A" me apresentou para "B" (um cara magro mas muito gostoso, peludo do jeito que eu gosto e com um pau não tão grosso mas bem grande também), ele tinha um cavanhaque bem recortado e uma cara de safado que deixaria qualquer um de pau duro. Ali mesmo na sala o clima começou a esquentar, tiramos as roupas e começou a chupação. Chupei muito o pau deles, inclusive os dois ao mesmo tempo, me sentia um ator de filme pornô. Enquanto isso, os dois se beijavam."B" me puxou para o quarto para me enrabar. Que delícia provar o pau de um cara que você não conhece e nunca viu, parece que o tesão é muito maior. Ele me comeu de lado, de quatro, de frango assado e quando eu menos esperava, "A" estava na cama conosco me informando que iriam fazer uma DP em mim, me assustei mas quando olhei para aqueles dois paus, o tesão foi maior, seria minha primeira DP (foi a primeira e única até o momento, quem quiser se candidatar me escreva...)Antes da DP rolou um rala e rola entre nós três, muito beijo, carinho e chupadas. "A" vem então com o lubrificante e passa em meu cuzinho demoradamente. Eles colocam camisinhas e se posicionaram de maneira que seus paus ficassem juntos, vim por cima e fui sentando aos poucos. A sensação é indescritível, cavalguei aqueles paus deliciosos durante algum tempo mas com medo de me machucar logo saí de cima, eles tiraram as camisinhas e começamos a nos punhetar, foi uma inundação de porra para tudo quanto foi lado. Foi uma delícia sentir dois caras dentro de mim, tenho vontade de repetir a dose qualquer dia destes.

Suruba Gay - Conto Erótico

O que vou contar a seguir é verídico e aconteceu em fevereiro de 2000.Apesar de não transar com outros homens desde os 14, isso sempre permaneceu em minha cabeça (ambas !). Não que não tenha tesão por mulheres, tenho ate bastante, mas que sempre da a vontade de ter um pau na boca e no cu isso da. NO inicio deste ano tive de ir a Chicago a trabalho. Antes de ir dei uma busca na Internet e vi alguns lugares para gays, principalmente saunas. Sempre achei que seria mais fácil rolar alguma coisa numa sauna pois todos estão predispostos a sexo.Chegando lá procurei saber onde ficava e no que terminei de fazer o que tinha de ser feito no trabalho fui pra lá. A Sauna se chama Spartacus e e simplesmente fantástica !! Tanto em freqüência como em conteúdo. Como fica aberta 24hnao tinha pressa nenhuma. Chegando lá fui para a sauna vapor onde rolou alguns olhares mas nada mais. O mais difícil era saber o que significavam os sinais diversos que captava. Depois disso fui para uma hidromassagem gigante que cabe uns 30 caras ao mesmo tempo. Já estava pra lá de com tesão e não dava pra esconder o pau duro claro.MAs também não era o único então não me liguei muito. Seguindo na busca, descobri uma área onde existiam quarto prive, onde muitos deixam as portas abertas inclusive quando estão trepando. O problema ai era ter a cara de pau de se intrometer... Numa outra área existe uma espécie de palco com um tapume onde você pode ficar na parte de cima e deixar apenas seu pau pra fora via um buraco no tapume para outros virem chupar. Resolvi experimentar e fiquei ali com o pau no buraco brincando com ele. Não levou 1 minuto pra aparecer um cara loiro de uns 1.80 bastante bonito pra começar a chupa-lo. E como fazia isso bem !! Enquanto ele me chupava outro chegou por trás e ficou roçando seu pau na minha bunda sem porem tentar penetrar, pura sacanagem. Consegui agüentar, ainda não sei como, por uns 10 minutos antes de gozar. Foi talvez a melhor gozada que tinha dado ate então. Voltei para a hidromassagem pra relaxar um pouco e voltei a andar pelo lugar. Explorando tudo achei uma cama beliche onde tinham 2 caras trepando freneticamente na de cima e 3 na de baixo. Fiquei um pouco olhando aquela cena altamente excitante quando aparecem dois caras e começam a se beijar ao meu lado e um deles aponta pra mim e pro seu pau. NÃO pensei duas vezes e cai de boca nas duas picas chupando uma apos a outra e as vezes as duas ao mesmo tempo. Aquilo e que foi sensação !! Depois de tanto tempo estava ali numa verdadeira orgia chupando duas picas alucinadamente que nem uma puta. Estava fantástico. Neste meio tempo um dos que estavam no beliche saiu e começou a comer o cu de um dos que eu estava chupando, foi o suficiente para ele gozar em minha boca com todo fervor. Nunca tinha experimentado porra, mas gostei demais daquilo, apesar da dificuldade de engolir todo aquele liquido. O Segundo cara, acho que pela excitação da cena, gozou logo em seguida de novo em jatos que invadiram minha garganta quase me fazendo engasgar. Já dava a noite por mais que satisfatória, quando passo por um dos quartos não só aberto mas com uns 4 ou 5 caras trepando sendo que um deles tinha fila pra ser comido. Entrei na fila e quando chegou minha vez botei uma camisinha e comecei a fuder aquele cu já arreganhado mas ainda gostoso, principalmente vendo outros 2 caras trepando do lado. Enquanto isso o cara que tava na fila atrás de mim resolveu se encostar e começou a roçar sua pica pra lá de dura no meu cu. Eu nem pensei duas vezes, dei um jeito de arrebitar o cuzinho convidando ele pra entrar, ele botou uma camisinha e começou a tentar por no meu cu. O problema e que era virgem e a penetração foi pra lá de difícil. Nesse meio tempo o cara que eu estava comendo gozou e não queria mais ser enrabado. O Outro que estava tentando me comer me chamou pra ir ao seu quarto o que claro aceitei. Chegando lá nos beijamos todo de cima a baixo e fizemos um maravilhoso 71 (69 mais um dedo no cu de cada um). Nisso ele já foi preparando meu cuzinho agora sabendo que era virgem. Me colocou de costas pra cama abriu minhas pernas e deu uma chupada fantástica em meu cu que me levou a lua. pegou um gel que tinha a postos e começou a passar no meu cu, primeiro com um dedo, depois dois e por fim 3. Eu sentia um pouco de dor mas muito pouco. O tesão era muito maior. Quando ele achou que já estava preparado, subiu na mesa botou uma camisinha e posicionou sua pica na entrada do meu cu. Eu tinha espasmos de tesão só na expectativa de ser enrabado. Ele então começou devagar, doeu muito mas ele fazia bem devagar deixando eu me acostumar com o tamanho (Uns 20 cm por 6) e a dor. Tinha uma técnica perfeita e em menos de 5 minutos não tinha mais dor só um tesão indescritível. Nunca senti nada tão gostoso na minha vida. Ele então me comeu em todas as posições possíveis (frango assado, de quatro, por cima dele, em pe etc)e era incrível que o homem não gozava de jeito algum. JÁ estava me comendo a mais de uma hora e não vinha porra !! E quem disse que eu queria parar !! SÓ ficava pedindo pra ele me fuder mais e mais. REsolvemos então abrir a porta pra que outros pudessem participar da brincadeira. A única coisa que ele queria era que continuasse a comer meu cuzinho que ele estava adorando. Logo chegou um cara e passamos então a fazer algo fantástico. Fiz um 69 com o cara que chegou ficando eu por cima de quatro enquanto o outro continuou a fuder meu cu. Ai não deu pra segurar e uns 10 minutos depois estava gozando. Depois disso a única coisa que consegui foi esperar ate o que estava embaixo de mim inundasse minha boca de porra pela terceira vez naquela noite e tive que pedir a meu fudedor pra parar que meu cu já não agüentava mais. Sai dali, tomei um banho e fui embora quando já eram 4 da manha. Foram horas de foda muito bem dada, mas e claro que meu cu ficou reclamando quase uma semana. O que foi uma pena pois estava doido pra dar de novo mas sabia que não agüentaria. Bom, agora e esperar outra viagem pra ver se realizo minhas fantasias de novo.

01/06/08

Homossexualismo

Homossexualidade ou Homossexualismo é uma das variantes da sexualidade humana (Wiki). Zéfiro e Jacinto; taça de pintura vermelha ática da Tarquínia, 480 a.C.Em 1870, um texto de Westphal intitulado "As Sensações Sexuais Contrárias" definiu a homossexualidade em termos psiquiátricos como um desvio sexual, uma inversão do masculino e do feminino. A partir de então, no ramo da Sexologia, a homossexualidade foi descrita como uma das formas emblemáticas da degeneração. Nessa época já existiam leis que proibiam as relações entre pessoas do mesmo sexo.


No século XX, essa tendência alterou-se e a homossexualidade deixou de ser considerada doença e a maioria dos países não criminaliza as relações entre pessoas do mesmo sexo, havendo alguns que as tratam em absoluta igualdade com as relações entre pessoas de sexo oposto.
A partir dos movimentos de liberação homossexual e sobretudo após o incidente de Stonewall em Nova York, em junho de 1969, emergiu o termo gay como meio para apagar o teor psiquiátrico por trás da palavra homossexual. Assim, gay é um termo politizado e menos estigmatizante. Chamava-se originariamente gay ao homossexual masculino passivo. Hoje em dia, o termo gay aplica-se indistintamente quer ao homem que se relaciona sexualmente com outro homem, quer à mulher que se relaciona sexualmente com outra mulher. Diferentemente do sexo entre animais, onde as relações sexuais são determinadas fundamentalmente pelo instinto, a sexualidade humana manifesta-se através de padrões culturais historicamente determinados[1]. A sexualidade humana, através da história, manifestou-se por culturas e períodos de abertura sexual, intercalados por períodos de recato e privações sexuais.
É cada vez menos comum o uso de nomenclaturas diferenciadas e específicas quanto ao gênero originário, anátomo-fisiológico, bem como quanto ao papel desempenhado, ativo ou passivo, ou ambos, ainda quanto à freqüência, também quanto à mudança ou intercorrência de variações. A mulher gay ativa chamava-se sapatão (Brasil) por alusão à sua feição comportamental sexual tipicamente masculina: ela seria o homem para outra mulher, esta, por seu turno, classicamente era chamada de lésbica. Esse tipo de discurso nega quer às mulheres lésbicas quer aos homens homossexuais a sua própria sexualidade a partir do princípio que apenas é possível o sexo entre alguém que faz o "papel" de homem e o papel de mulher. Na prática a maior parte das pessoas homossexuais não se revêem nesta ideia de papel sexual e preferem assumir que fazem sexo com pessoas do mesmo sexo.



Embora gay seja usado como denominador comum entre homens e mulheres homossexuais e bissexuais, tal uso têm sido às vezes contestado em razão do desejo de individuação de outros grupos de variação sexual, que reivindicam identidade autônoma, independente, própria. Isso é característico, não apenas de grupos de tal interesse, mas de qualquer outro grupo humano.
Há uma visão que afirma que o problema não seria o termo homossexualidade, antes a palavra homossexualismo. Uma vez que o sufixo "ismo" é utilizado para referenciar posições filosóficas ou científicas sobre algo, [2] alguns afirmam que sua utilização é mais adequada a situações de identificar opções pessoais, estilos de vida e, partindo daqui, passar para o distúrbio mental ou doença. Em alguns léxicos, o homossexualismo aparece definido por prática de atos homossexuais, enquanto o termo homossexualidade é aplicado a atracção sentimental e sexual. Também por isso, muitas pessoas consideram que o termo homossexualismo tem um significado prejorativo, e isto tem levado a que o termo seja hoje em dia mais utilizado por pessoas que têm uma visão negativa da homossexualidade.[carece de fontes?]



As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença. Desde 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria e, na mesma época, foi retirada do Código Internacional de Doenças (sigla CID). A Assembléia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS), no dia 17 de Maio de 1990, retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade. Apesar disso e mesmo contra recomendações da Conselho Federal de Psicologia do Brasil[3], existem técnicos da saúde que vêem a homossexualidade como uma doença, perturbação ou desvio do desejo sexual - algo que pode necessitar de tratamento ou reabilitação -, aos quais está associado o movimento ex-gay, dedicada à "conversão" de indivíduos homossexuais para a heterossexualidade.
Estudos sobre sexualidade enfatizam que a história da homossexualidade e da criação de seus termos permite compreender o fato de que a "normalidade" depende da estigmatização e subalternização de identidades para se consolidar socialmente. Dessa forma, a invenção dos termos homossexualidade, homossexualismo, homossexual e outros termos usados de forma pejorativa freqüentemente contribuem para estabelecer a naturalidade do comportamento heterossexual em detrimento ao homossexual. Atualmente, estudos mostram que a orientação sexual não é uma escolha livre, pois nossa sociedade com freqüência forma a todos para se relacionarem obrigatoriamente com pessoas do sexo oposto. Assim, essa obrigação aprendida na família, na escola, nos mídia, na religião e no contacto social em geral se constitui em um sistema denominado heteronormatividade.