27/09/08

Pegação e sexo gay no Parque...

Olá, sou branco 1,80m, 70kg e olhos e cabelos castanhos, tenho 28 anos, nado e corro. Às vezes gosto de andar em um parque aqui perto de casa que é pequeno, não tem trilhas mas é muito tranqüilo e tem uma quadra de futebol que quase não é utilizada. Certo dia, havia umas pessoas jogando bola. Eu não dei muita importância e fui para um local mais tranqüilo. Li por algum tempo e resolvi vir embora, mas antes fui ao banheiro que fica em um local mais afastado e é no subsolo, quando cheguei lá tinha um cara lavando o rosto.
Fui mijar e, quando terminei, percebi que o cara estava disfarçando e me olhando pelo espelho, meu pau deu logo sinal de vida. Acabei de mijar, virei meio de lado com o pau meia bomba para o cara ver e guardei. Fui lavar as mãos e depois dei uns passos para trás para me ver no espelho. O cara ficou na minha frente para lavar as mãos, pois o banheiro do parque é pequeno e só tem um espelho e uma pia. Aí reparei nele um pouquinho mais, era mais baixo do que eu, moreno, devia ter uns 22 anos, de corpo liso e malhadinho, com as pernas grossas, um short azul que deixava sua bunda bem gostosa e uma camisa verde. Ele me pegou no flagra olhando a bunda dele, mas não falou nada e logo desviou o olhar. Eu não me agüentei e o encoxei de leve fingindo chegar mais perto do espelho. Ele se esticou todo e suspirou, eu agarrei ele por trás e inspirei fundo no seu pescoço para sentir seu cheiro ele falou:
- Hey caralho, tá doido? Para, pode chegar alguém. - e jogou a cabeça para trás e depois se afastou.
Eu fui andando até uma janela pequena que tinha perto da porta e que era a única entrada de ar. Coloquei o pau duro pra fora e chamei-o:
- Vem cá.- Não, pode chegar alguém.- Daqui dá pra ver quem chegar, vem ver.
Ele veio meio desconfiado olhou para fora, riu e pegou no meu pau, começou a punhetar, colocou o saco para fora e massageou bem gostoso. Colocou o pau dele para fora, pela perna do short e tocava uma punheta em mim e nele também, segurou meu pau com as duas mãos, examinou e falou:
- É grande hein cara! E bonito...- Chupa vai.- Pode chegar alguém.- Eu vigio.- Fica de olho.
Abaixou meio desconfiado e botou meu pau na boca e começou a chupar com gulodice, engolia tudo chupava o saco, lambia, mordia de leve eu estava adorando em ver aquele cara gato todo macho mamando meu pau como se não tivesse uma bela mamada há muito tempo.
Eu estava com tanto tesão que fiz ele levantar para não gozar. Apertei o mamilo dele, levantei sua camisa e cai de boca. Ele gemia baixinho e tirou a camisa, tinha o corpo todo malhadinho como um jogador de futebol sem exageros. Fez o mesmo comigo, só que eu não tirei a camisa, só passei a parte do pescoço para as costas. Ele chupou e lambeu gostoso meu peito, depois virei ele de costas e fiquei encoxando, abaixei, mordi de leve a sua bunda, afastei o short e passei a língua no seu cuzinho. Ele gemeu, eu comecei a meter a língua, era um cuzinho apertado sem pelos.
Eu botei o saco dele pra fora e lambia o cu, o saco, e logo ele tava com a bunda bem empinada apoiado na janela escondido e eu já chupava todo o seu cu, o saco, o pau, que devia ter uns 18 cm, e ele gemia eu já tinha colocado dois dedos em seu cu enquanto chupava seu pau e ele não reclamou.
Levantei e comecei a roçar meu pau, forçava a cabeça e quase entrava, peguei a camisinha e ele se assustou.
- Aqui não cara! Tô com meus amigos e minha namorada lá fora.- Relaxa, é só para continuar brincando com mais segurança.- Tá, só pra brincar aqui, não dá pra você me comer não.- Ok, só vou brincar como estava fazendo.
Abaixei, meti mais um pouco a língua em seu cu e comecei a roçar com o pau já com camisinha. Fui roçando, brincando com a cabeça na portinha e seu cu foi engolindo naturalmente meu pau de tão relaxado e lubrificado que tava. Eu não sei se ele não percebeu ou se não resistiu ao tesão pois ele gemia muito e eu estava louco de tesão. Eu sei que já estava metendo e tirando quase tudo. Ele olhou para traz e falou gemendo.
- Ai cara você tá me comendo.- Não resisti maluco, você é um tesão, que bunda gostosa.- Ae doido, tá todo mundo lá fora.- A gente tá vigiando, ninguém vai ver a gente.- Se alguém me pegar assim to fudido.- Ninguém vai chegar me deixa meter só mais um pouquinho.- Então mete, cara.
Quanto ele falou isso eu meti tudo, ele soltou um aiiiii muito gostoso, eu agarrei ele pela cintura e soquei com vontade. Eu metia, tirava, metia de uma vez, meu pau deslisava gostoso dentro da bunda daquele macho que mesmo gemendo com meu pau no cu não ficava efeminado, era um tesão. Ele me olhava, rebolava, empinava a bunda e dizia:
- Vai cara me come, ai isso, isso, soca.- Que tesão você é muito gostoso.- Isso mete, queria ta com você numa cama.- Eu ia adorar ia te comer de tudo que é jeito maluco.- Eu quero cara, pau grande, duro, gostoso ai come.- Que bunda gostosa, você é um tesão.- Você também é, não pára.- Cara, posso te comer assim um tempão seu puto.- Aiii, oh eu quero, aqui não dá cara.- Safado, vou te pegar de jeito.- Vamos gozar cara, tô aqui um tempão.- Tá vamos lá maluco.- Ai, ai, ui uh, ta vindo doido, ai mete, soca vou gozar com tudo no seu cu!
O cara uivava de prazer seu cu piscava no meu pau, eu não resisti e meti tudo ele chegou uivar e eu gozei muito. Depois nos recompomos e trocamos telefone.

Autor: hker-n@hotmail.com

20/09/08

Arregacei meu amigo Renato (bissexual)

Ele é um tipo safado, másculo, aquele que ninguém sabe ao certo se o que diz é verdade ou apenas está sacaneando. Certa vez, lamentando um desentendimento com um colega de trabalho, ele concluiu o papo com a seguinte sentença: "Não tô nem aí, não corro atrás de homem para ficar nessa de beijinho". Aí, eu, com cara de safado também, virei para ele enfático: "Taí, meu, pode saber que eu corro principalmente se ele tiver um traseiro arrumado que nem o teu".
Ele deixou a cara feia e riu pra caramba. Depois disso, volta e meia, ele brincava comigo: "Cara, então você tá de olho na minha bunda? Eu nunca imaginei que meu melhor amigo pensasse em fazer isso comigo". Eu sempre respondia: "É só questão de tempo, Renato". Devagar, eu fui me tornando mais expansivo com ele até um dia em que a gente estava bebendo juntos, final de confraternização. Eu estava meio triste aquela tarde. Ele me olhou sério e disse: "Com cara triste você fica mais sexy. Posso te dar um beijo na boca?" Fui dando corda. Primeiro disse que lá não era lugar, que precisaria de um local mais tranqüilo.

Renato, como sempre muito liberal, me deixou numa sinuca danada. Estava comigo de carona. A certa altura, tipo mandão, ele disse que eu fosse para um motel. Fui brincando com ele e era para valer. A uns trezentos metros, ele deu um leve golpe no meu volante dizendo: "Entre à esquerda, entre à esquerda". Juntou a fome com a vontade de comer. Fiquei gelado e, antes de pensar demais, estávamos nós dois na garagem de uma suíte de motel.

Fiquei sem ação. Ele, mais chapado que eu, tomou liberdade de lamber meu pescoço. Abriu minha camisa e mamou meu peito. Depois subiu para minhas orelhas penetrando a língua. Uma loucura que eu jamais imaginei acontecer. Depois abriu meu cinto e liberou minha rola. Acho que antes do primeiro minuto ela já estava duraça na boca dele, que gemia, mamava e murmurava putarias. Chamou-me e entramos para o quarto. Em poucos minutos ele estava peladão sobre a cama com a bunda à mostra. Eu me deitei sobre ele, que se mexia e pedia penetração. Rebolava gostoso e falava o tempo todo que eu era macho pra caralho. Dizia para eu meter com força e queria que eu o esculhambasse. Falava que eu estava fodendo um macho e que eu tinha que amansar a fera.

Quando pensei que não, eu estava super climatizado com as coisas. Dei uns tapas para esquentar aquela bundinha gostosa. Depois ele pediu também para que eu batesse na cara dele enquanto mamava minha rola em brasa. Foi a trepada mais improvisada que eu já tive e também a mais quente. Nunca havia transado antes com outro macho e nunca me passou pela cabeça foder com aquele cara. Nada nele denunciava que era chegado em agasalhar uma pistola.
Finalmente pediu para que eu metesse nele em posição de frango assado. Quando a pistola entrava ele gritava: "Mete esse cacete, porra, me arrebenta as pregas, vai fundo, caralho". Daí a um tempo eu senti que ele apertou o anel do rabo, comprimindo bem forte a minha pica. Atolei até o talo e arrombei de vez o botão dele. Renato foi desfalecendo e gozando como uma cadela no instante em que percebeu jatos de porra quente lá dentro. Ficamos ainda grudados um bom tempo. O suficiente para eu ficar novamente de pau duro e ele iniciar uma segunda mamação. Ele me deixava excitado só de olhar para ele.

Ele é um cara fortinho, estilo macho, peito liso e que me faz perder a cabeça. Os mamilos são deliciosamente salientes. Além disso, é bem casado e não deseja queimar o filme. Eu sou mais maduro que ele, mas as coisas rolam legal porque ele sempre me diz que essa diferença lhe dá segurança. Nosso encontro terminou já à noite. Ainda tivemos confidências do tipo "sou casado e você também, seria legal que ficasse só entre nós". Muito bom, uma coisa realmente deliciosa entre dois machos.

Por juliolimoeiro@bol.com.br